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Escrito por Equipe do blog Carreiras às 21h12

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Dúvida do leitor

"Tenho 49 anos e o ensino superior completo, e minha área profissional é logística. Depois de sete anos de entra e sai de empregos, estou empregado há dois anos. Mas estou desanimado, pois os cargos de chefia que eu almejo são conseguidos por meio de indicação _e eu não sou ‘peixinho‘ do supervisor e nem do gerente. Confio no meu potencial, mas agora estou decidido: se aparecer outra oportunidade, eu vou pedir as contas. Vale a pena sair mesmo com a minha idade?"
Agnaldo Luiz Ferreira da Silva, 49, conferente 

Para a consultora de carreira da Career Center Claudia Monari, a idade não é um problema _"o mercado valoriza a experiência". Por isso, diz ela, não há problema algum em mapear o mercado e procurar novas possibilidades de crescimento profissional. Monari faz apenas uma ressalva: é fundamental que o trabalhador não deixe o emprego atual sem ter um outro trabalho nas mãos. "Antes, é preciso verificar, na entrevista, quais são as oportunidades na nova empresa e as formas de reconhecimento e crescimento", destaca.

Você tem dúvidas sobre gestão de carreira? Envie suas perguntas para empregos@uol.com.br. Elas poderão ser comentadas por um especialista aqui no blog Carreiras.

Escrito por Raquel Bocato às 13h59

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Entrevistas em inglês

Entrevistas de emprego em inglês são cada vez mais frequentes --são feitas de seleções de trainee a promoções de cargo. Para sair na frente na conquista da vaga, é preciso ficar atento para não cair em alguns dos erros mais comuns dos brasileiros nessa situação. Veja a seguir as dicas da gerente de novos negócios da Companhia de Idiomas, Paula Faria. Depois, confira o vídeo com alguns exemplos de erros recorrentes.
 
Erros na pronúncia

- Palavras terminadas em consoantes ou em consoantes seguidas da vogal e: é bastante comum a presença da chamada vogal intrusa y no final dessas palavras. "Like" (gostar), por exemplo, é pronunciado como "laiky", quando o correto seria "laik"

- Palavras terminadas em t ou d ou que contenham essas consoantes seguidas da vogal i: trata-se de uma distorção muito frequente entre paulistanos e cariocas --estes habitualmente pronunciam os sons dessas consoantes com chiado, transformando-os em tch ou dj. Em alguns casos, isso pode alterar o significado da palavra, como no caso de "coat" (casaco). Em vez de "koht", costuma-se dizer "coatch" --a pronúncia de treinador ("coach"), em inglês

- Palavras terminadas em m, n ou l ou com esses sons em fim de sílaba: a tendência dos brasileiros é a de não articularem esses sons também em inglês. Assim, tanto o m quanto o n se transformam em uma nasalização da vogal anterior e o l costuma ser pronunciado com som de u. Exemplo disso é "legal" (lê-se lee-guhl"), no qual tende-se a dizer "ligau"

- Letras mudas em geral: brasileiros costumam pronunciá-las sempre, pois a única letra muda existente em português é o h. Em inglês, não se pronuncia, por exemplo, o b de "climb" e "debt" e o p de "psychologist"
 
Cuidados na gramática

- Tempos verbais: essa é uma das falhas mais comuns nas entrevistas --especialmente a troca do presente perfeito pelo passado simples. Em vez de dizer "I have studied English since 2002" (eu tenho estudado inglês desde 2002), alguns candidatos erroneamente falam "I studied English since 2002"

- Vício: alguns brasileiros utilizam erroneamente o verbo "to be" na conjugação de qualquer verbo no presente. "I’m work here" é dito, em vez de "I work here" (eu trabalho aqui)

- Distinção entre o gerúndio e o infinitivo: é desafiadora, pois não há uma regra clara definindo quais verbos devem ser seguidos de um ou de outro. Saber a diferença é uma questão de memorização, estudo e leitura. Só assim, é possível saber que o verbo "to want" (querer) exige complemento no infinitivo, como em "I want to talk to you" (eu quero falar com você) e que o verbo stop requer gerúndio, como em "stop smoking" (pare de fumar)

- Regência verbo-nominal: a utilização de preposições é muito diferente em português e em inglês. O uso das de tempo e espaço --in, at, on-- também está entre as dificuldades mais comuns de brasileiros

Escrito por Raquel Bocato às 17h49

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Blog Carreiras O blog Carreiras é uma extensão da cobertura publicada semanalmente no caderno Empregos&Carreiras. É produzido pelos jornalistas Bruna Borges, Cássio Aoqui, Jordana Viotto, Marcos de Vasconcellos e Raquel Bocato.
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