Carreiras

O mundo do trabalho

 

Empregabilidade de pessoas com deficiência e doentes de Aids é desafio no Vietnã

Artigo publicado esta semana pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) aponta as dificuldades que profissionais vietnamitas doentes de Aids ou com algum tipo deficiência têm em encontrar emprego no país.

Segundo a organização, dos quase 7 milhões de profissionais com alguma deficiência no país, uma parcela pequena consegue emprego fixo no Vietnã. O motivo apontado pela OIT é a discriminação e a percepção errônea de que esses trabalhadores são incapazes de realizar suas funções no mercado de trabalho.

Para lutar contra o preconceito, a OIT criou o projeto "Oportunidades para Todos", que vislumbra a integração de profissionais com deficiência ou com HIV no mercado de trabalho. Atualmente, sete empresas da região norte do Vietnã participam do programa, entre elas a Chula Fashion, indústria de vestuário.

Na empresa, que fabrica mais de 200 vestidos exclusivos por mês, a maioria dos profissionais contratados tem algum tipo de deficiência. Segundo Diego Cortizas, proprietário da indústria, a empresa prova que é possível promover a inclusão no mercado de trabalho. "Acredito que 90% das contrações trouxeram bons resultados ao negócio", avalia.

Confira aqui o artigo completo da OIT (em inglês, espanhol e francês).

Escrito por Patrícia Basilio às 19h12

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Escassez de mão de obra preocupa 86% dos executivos

O crescimento da economia nacional atrelado à escassez de mão de obra disponível no mercado preocupa 86% dos executivos brasileiros. Isso é o que aponta levantamento feito pela Vistage (organização internacional de líderes empresariais) com 160 gestores do grupo, entre o final de abril e o início deste mês.

A pesquisa mostra também que os empresários sentem dificuldade para contratar profissionais com formação superior (68%) e técnica (60%). Candidatos com experiência e vivência no exterior também estão em falta para 10% dos executivos consultados.  Para cargos de liderança, a escassez é de gerentes (58%), supervisores e coordenadores (56%) e presidentes e diretores (10%). Em último lugar estão os trainees, que fazem falta para 2% dos empresários consultados.

Segundo Antônio Cortese, sócio-gerente da organização, a principal crítica dos empresários diz respeito à falta de candidatos no banco de reserva da companhia, arquivo essencial para suprir demandas emergencias de produção. "Eles precisam preparar substitutos para suprir a crescente demanda do mercado”, afirma. 

Escrito por Patrícia Basilio às 16h13

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Trabalhador está mais seguro no Brasil do que nos EUA, mostra pesquisa

Trabalhadores brasileiros têm mais segurança no mercado de trabalho do que americanos, mostra estudo elaborado pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e pela UFBA (Universidade Federal da Bahia).

 

Na comparação entre as condições nos dois países, a flexibilização das relações trabalhistas é vista em escala muito maior nos EUA, enquanto, no Brasil, há mais mecanismos de proteção ao empregado. Os pesquisadores tomaram como base as as convenções da OIT (Organização Internacional do Trabalho) das quais cada país é signatário.

 

Enquanto nos EUA 14 convenções foram ratificadas, no Brasil são 84, segundo o gráfico abaixo.

 

 

A capacidade de negociação entre patrões e empregados também se mostra maior por aqui. Aproximadamente 25% dos 95 milhões de trabalhadores brasileiros são sindicalizados. Nos EUA, eles representam menos de 10% dos 150 milhões de trabalhadores.

 

O ganho real dos salários também é comparado e os brasileiros parecem estar avançando mais rápido do que os americanos, que enfrentaram com mais dificuldade a crise econômica iniciada em 2008.

Escrito por Marcos de Vasconcellos às 17h00

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Blog Carreiras O blog Carreiras é uma extensão da cobertura publicada semanalmente no caderno Empregos&Carreiras. É produzido pelos jornalistas Bruna Borges, Cássio Aoqui, Jordana Viotto, Marcos de Vasconcellos e Raquel Bocato.
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